sexta-feira, 10 de abril de 2009

Aula 19 - O gesto na representação gráfica

Aula 18 - Representação tridimensional

Aula 17 - Representação tridimensional

Atividade apresentada no Pólo.

Aula 16 - Estrutura

Aula 15 - Luz e Sombra

Atividade apresentada no Pólo

Aula 14 - Repetição

Desenho com repetição de formas geométricas





Aula 13 - Forma e Matéria

Apresentação de dois desenhos feitos com as formas.

Desenho com círculos


Desenhos com quadrados

Aula 12 - Formatos

Atividade 3 - Observação e descrição da capa de um livro

Observando meus livros na estante escolhi para exemplificar esta atividade o livro Almanaque dos Anos 80, pois ele tem o formato visualmente quadrado, apesar de não ser um quadrado exato. O que mais gosto na capa deste livro é a forma como o título foi escrito, a partir das letras de marcas famosas daquela década. Aliás esse livro como um todo é um exemplo de diagramação não convencional, mas visualmente agradável, compondo com os textos a identidade da obra.





Atividade 4
a) Desenhos para capa de livros regulares




b) Capa para livro de formato irregular

Nesta atividade resolvi postar as capas dos albuns que faço, com a técnica do Scrapbooking.




Aula 11 - Textura

Colha de retalhos



Mesmo desenho com tinta gauche

Aula 10 - Valores Composicionais: os lados do plano

Desenhos

Aula 9 - Pregnância e Agrupamento

Pregnância e Agrupamento




Essa imagem mostra aparentemente manchas soltas, mas que nossa percepção logo organiza e vizualiza o tênis.

Aula 8 - Orientações Espacias

Aguçamento e Nivelamento


Imagem nivelada



Este anúncio está nivelado pois a imagem é cortada ao meio por uma linha que divide proporcionalmente a cena, a imagem da xícara está centralizada, e em ambos os lados inferiores há imagens dos produtos anunciados equilibrando os dois lados da imagem.


Imagem Aguçada



Neste cartaz a imagem do corpo da modelo situada no lado esquerdo da página sobre um fundo liso, leva no olhar a se deslocar para aquela região da imagem. Podemos destacar também como elementos aguçadores as linhas do contorno do corpo da modelo e da vestimenta dela, o umbigo quase à margem da imagem e o desenho dos balões à esquerda e abaixo.

Aula 7 - A cor

Atividade 3 - Quadro de cores


1 - Cores Feias



2 - Cores com ideia de peso.




Assim é se lhe parece: O feio e o belo
O que faz algo nos parecer bonito ou feio? Nosso olhar capta uma imagem e instantaneamente já rebaixamos á categoria do que é feio ou exaltamos na categoria do que é belo.

A sabedoria popular diz que "quem ama o feio, bonito lhe parece", logo temos uma primeira pista de como julgamos as coisas. As julgamos a partir do nosso gosto pessoal, de nossas preferências, como por exemplo, de cor, modelo, formato, etc.
Isso talvez explique o fato de que algo ou alguem que a maioria das pessoas qualificam como sendo bonito é tipo por alguem como feio, e vice e versa.

Certa vez uma reportagem na tv, mostrou um estudo que relatava que as pessoas consideram bonito aquilo que possui simetria, ou seja, harmônico ao olhar, e exemplificou mostrando o rosto de algumas pessoas tidas como belas ou não. O fato é que, realmente, as coisas que são harmonicas em seu conjunto, tanto de cor, formato, etc, tem maiores possibilidades de serem consideradas belas, mas isso não é garantia já que tem que passar pelo crivo do gosto pessoal de cada um.

O famoso escritor italiano Umberto Eco, escreveu dois livros, História da Beleza e HIstória da Feiúra, nos quais faz um estudo sobre esses temas na história da humanidade. Algumas resenhas destacam que a história da feiúra é muito mais interessante e rica do que a da beleza. Abaixo segue uma dessas resenhas.


O repugnante em ´A História da Feiúra´
Todo mundo ama o belo, a ponto de estudos acadêmicos sobre o feio serem raros. E, embora os filósofos tentem há séculos uma explicação para os dois, o feio sempre foi definido em oposição ao belo

Umberto Eco em sua ´História da Beleza´, que ele contou há quatro anos, é a prova mais evidente que até mesmo o semiólogo se preocupou antes com o belo, a ponto de só agora lançar sua contrapartida, ´A História da Feiúra´ (Editora Record, 454 págs., R$ 160). Desde que o filósofo alemão Karl Rosenkranz publicou, em 1853, seu tratado sobre o assunto (´Aesthetik des Hässlichen´), poucos estudiosos - Adorno e Longhi, entre eles - ousaram colocar em discussão obras que trataram do repelente, do horroroso, do grotesco, do imundo e repugnante. Eco já abre com a imagem de uma picassiana mulher cubista chorando. Primeira pergunta: o que aconteceria se um viajante de outro planeta caísse numa galeria de arte e visse pessoas elogiando a ´beleza´ daquela mulher retalhada?Provavelmente, o tal extraterrestre pensaria que os homens consideram belas e desejáveis criaturas com dois narizes, como a mulher de Picasso. Mas poderia corrigir sua opinião num desfile de Gisele Bündchen. Veria aí celebrado outro modelo de beleza. Mas nós, simples mortais, argumenta Eco, que só temos o testemunho artístico de outros tempos, não podemos fazer verificações desse tipo. Eco limita-se, portanto, a registrar a trajetória desses dois valores na civilização ocidental. E já é muito. Olhos e cabeça agradecem. O leitor não vira página sem topar com um exemplo que ilustre o que diz o escritor sobre ´feios´ criados por artistas distantes tanto no tempo como em suas concepções estéticas, dos Cristos flagelados de Mestre Teodorico (século 14) às crianças enforcadas do contemporâneo Maurizio Cattelan.Eco segue um pouco os passos do hegeliano Rosenkranz, que traçou uma analogia entre o feio e o mal moral, retomando a idéia de que o feio é um possível erro que o belo contém em si. Mas seria possível pronunciar um juízo estético de feiúra? Eco escapa pela porta de emergência. Segundo o italiano, deve-se distinguir as manifestações do feio em si (um excremento, por exemplo) do feio formal, definido por ele como ´desequilíbrio na relação orgânica entre as partes de um todo´. Traduzindo em miúdos: alguém sem um ou mais dentes seria feio. Menos mal. Em outras épocas, lembra Eco, uma banguela ou uma velha com verrugas seriam atiradas ao fogo por gente supersticiosa, que nelas veriam bruxas sem dar a mínima bola para o que dizia Santo Agostinho a respeito. Lembra Eco que, para o autor de ´Confissões´, mal e feio não existem no plano divino. Antes da corrupção (falta de dentes incluída), havia valor positivo nessas ´bruxas´. ´Se a privação de valor fosse total, a coisa deixaria de existir´, defende. ´Portanto, o mal e a feiúra não podem existir, pois seriam um absoluto nada´, argumenta Eco. Bonito de dizer, difícil de engolir.

ANTONIO GONÇALVES FILHO
Agência Estado

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=490496

Aula 6 - O plano

Atividade 3 - Criar composições utilizando recortes de papel colorido trabalhando a horizontalizade, verticalidade e desordem.


Horizontalidade




Verticalidade




Desordem

Aula 5 - Linha

Atividade 3 - Desenho utilizando ferramenta Paint Brush e desenho semelhante no papel.



Aula 4 - O ponto

Atividade 3 - Desenho prático - Linhas

Expressar idéias através de um simples traço não é fácil. Saber como manipular a ferramenta de desenho, aqui lápis e caneta fina, foi parte fundamental para se chegar a algum resultado.

Outro ponto a ser destacado, é a preparação para desenhar. O processo do desenho não aconteceu apenas no momento em que o lápis varia o papel deixando marcas. Ele começou antes, na reflexão sobre o que se desenhar e no como se desenhar, na escolha dos materiais; e no pós desenho, na avaliação se o objetivo proposto foi na reflexão prévia foi alcançado.


Acaso



Estresse




Agressividade




Velocidade




Confusão




Leveza




Aula 3 - Elementos Básicos da Linguagem Visual

Atividade 3 - Composição com Pontos

a) Preencher folha com pontos








b) Prencher folha com resíduos de perfurador de papel







Aula 2 - Linguagem Visual e linguagem verbal

Atividade - Desenho Livre



Relatório

Incrível como algumas coisas não saem da memória. Ao ver a proposta de se fazer um desenho livre, me recordei imediatamente do meu primeiro desenho feito num caderno para desenho, isso lá em 1987, quando entrei na primeira série.



Foi uma experiência interessante parar e desenhar novamente a casa. Ela foi amarela, um grande quintal, e um imenso sol a dar vida na cena. Um desenho clássico, mas que pode dizer muita coisa para uma criança, ou melhor, da própria criança. A casa é lugar de segurança. Representá-la, assim como outros desenhos, pode ser sinal de como é o cotidiano de uma criança.

Aula 1 - Introdução

Momento de dizer olá

Oficialmente sou Glaucia Maria de Assis Ramos, filha caçula de Seu Hilário e da Dona Maria, mas dependendo de quem me chama posso ser:

- neném, para a mamãe,

- tia Glaucia, para os quatro sobrinhos (ou tia Graucia para os menores),

- D. Gata, para o Tio Pedro,

- Coruja, para minha amada Tia Morena,

- Glau, para os amigos,e, - Glaucinha, para quem me conheceu criança.

Já tentei ser jornalista, mas o máximo que consegui foi um belo diploma, um número de jornalista profissional e muuuitos “nãos” na hora de conseguir um emprego. Como “pagar as contas é preciso” hoje sou consultora de vendas em uma escola de idiomas, e o meu extra vem das Artes que faço. Arte sim senhor! Artesanato pode até ser o primo pobre das artes ditas clássicas, mas eu o defendo como expressão de um povo.

Quando o assunto é arte eu “pinto e bordo”. Pintar, na verdade, não. Mas, eu bordo, faço scrapbooking, marchetaria, nhanduti, brolha, cartonagem.

Essa sou eu, Glaucia, aluna do poló de Linhares do curso de Artes Visuais.